VELHO CAUSIDICO

Há mais de sete décadas venho arquivando, em meu cérebro, consciente e inconcientemente, pensamentos bons e maus, verdadeiros e falsos; fatos e acontecimentos reais e fictícios, alegre e tristes e, também, sonhos, fantasias e quimeras... Criei este

VELHO CAUSIDICO

Há mais de sete décadas venho arquivando, em meu cérebro, consciente e inconcientemente, pensamentos bons e maus, verdadeiros e falsos; fatos e acontecimentos reais e fictícios, alegre e tristes e, também, sonhos, fantasias e quimeras... Criei este
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Arquivo de: Fevereiro 2007, 24

24.02.07

VELHO NEGRO

categorias: POEMAS E POESIAS

             VELHO NEGRO

Luís Gustavo de Lucena 

 

 Velho negro,

andarilho dos caminhos  da vida,

que embora  pobre e maltrapilho,

andavas por atalhos,

semeando amor,

 quebreando galhos,

sorrindo, sempre,

ao som do canto dos pássaros,

 no riacho do prazer.

 Parecias um rei,

quando, no cume da montanha,

lá em cima,

 mais perto do céu,

semelhante um Deus,

ficavas, frente  ao sol,

carinhosamente

a me ensinar

a amar a vida

que,

muitas vezes doida,

consequistes suportar.

 Agora,

chegou  tua hora.

Te colocaram na cova fria,

bem junto ao cipreste,

e eu,

velho Mestre,

aqui fico sem tua proteção.

Acabou-se a poesia,

mas apreendida foi a lição.

 

 

 

 

 

 

 

 

23.02.07

MEUS FILHOS

categorias: FOTOS

    

Mário Augusto Drado de Lucena  (Guto) - Maria do Rosário D. de Lucena e Silva (Popoca) e Luís Gustavo da Lucena (Kiko).