VELHO CAUSIDICO

Há mais de sete décadas venho arquivando, em meu cérebro, consciente e inconcientemente, pensamentos bons e maus, verdadeiros e falsos; fatos e acontecimentos reais e fictícios, alegre e tristes e, também, sonhos, fantasias e quimeras... Criei este

VELHO CAUSIDICO

Há mais de sete décadas venho arquivando, em meu cérebro, consciente e inconcientemente, pensamentos bons e maus, verdadeiros e falsos; fatos e acontecimentos reais e fictícios, alegre e tristes e, também, sonhos, fantasias e quimeras... Criei este
<  Março 2008  >
S T Q Q S S D
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31
Buscar
Receba os posts
Terra Blog

Categoria: PÉROLAS (ANTI) JURÍDICAS

02.03.07

PÉROLAS JRÍDICAS

PÉROLAS

Qual o custo para o Estado desta publicação?

"Intime-se a parte ré para o pagamento das custas de fls.294, que importam em R$1,18."

-------------------------------------

De uma nota de expediente da 16ª Vara Cível de Porto Alegre, publicada no Diário da Justiça (proc. nº 10502203467).

Mais uma:

"Não existindo bens em nome do devedor, penhoro o burro do avalista."

---------------------------------------

De uma  certidão de um Oficial de Justiça da Comarca de Cidade Gaúcha, Estado do Paraná.

19.02.07

PÉROLAS JURÍDICAS

O Juiz que condena sem conhecer o presidio para onde vai o réu é cégo.

..../....

Muitas coisas curiosas já foram publicadas sobre despachos de Juízes. Há há algum tempo, a imprena carioca consegui superar  tudo, ao anuciar a decisão judicial que segue:

"Se quanto à autora, sem sermos hipotrélicos nem antipodésticos ou segraçantes imprizidos, e menos ainda  um intuspecticio ou incorrubirubil, confessamos   no tomar  blicas do que sejam "nanja"" e " qualitituque'".

Quanto á ré é didático recomendar-se ao seu datilógrafo que "oferece" não tem cedilha, ´"pretensão" é com com "s", "excelência"  tem "c" depois do  "x" e "recursos" não leva dois "esses".( Gazeta do Povo - Coluna Interlinhas).

....../.......

Em resposta a um pedido de informação  que formulei, em um  dos processos que ajuízei na Comarca de Cidade Gaúcha, PR, em 1979, o Escrivão, que então respondia pelo Cartório Cível, atendendo a determinação do MM Juiz, que o mandou esclarecer os fatos, o fez, em duas laudas, num estilo de causar pena, nas quais,   depois tentar justificar os motivos da paralização do processo, lascou esta "pérola":

" O procurador signatário, na petição de fls. 28/32, disse que  encontrou má vontatade dos servidores, com relação ao trabalho. Pois, sempre procuramos ajudá-lo a todos com aior presteza possível e também tratamos  todos  iguais. Quanto  aos servidores  que são mal  remunerados, não são  dos interesses  dos advogados, por serem mal remunerados  ou não, é que vamos  abusar  de seus direitos ou mesmo  prejudicae as partes, muito  pelo contrário, pois aí que vamos  trabalhar mais para  ver  se ganhamos  alguma gratificação."

O pior é que quase nada mudou...